As 3 razões pelas quais eu matei a “nutrição de leads”(e aumentei o faturamento)…
Todo copywriter sério tem um momento de ruptura. O meu veio numa terça comum.
Café fraco. 37 abas abertas. E um briefing com a palavra “nutrição” aparecendo 17 vezes.
“Precisamos nutrir os leads, aquecer, educar…”
Como se estivéssemos falando de bebês.
Ou de alface.
Ali, entre um riso nervoso e o ódio criativo que precede uma boa copy, caiu a ficha:
Nutrição de leads é o câncer silencioso do marketing moderno.
Essa expressão aparentemente inofensiva virou desculpa corporativa para transformar gente em planilha.
- Histórias viram fluxogramas.
- Emoção vira taxa de clique.
- Conexão vira sequência morna de e-mails genéricos.
E o mais triste?
Você nem percebe o quanto isso mata seu faturamento — lentamente, mas com sorriso de “média performance” na cara.
1. Nutrição de leads não cria presença
Nos bastidores das marcas que realmente crescem, tem algo em comum:
Elas não “nutrem”.
Elas ocupam território.
Sabem que o e-mail não é canal. É raiz. É cultura.
Cada e-mail não é conteúdo educativo, é manifestação da identidade da marca.
E quem sente isso, não troca você por 10% de desconto no vizinho.
2. Nutrição é andar de Mustang em 1ª marcha
Você tem uma Ferrari na mão e tá mandando conteúdo morno achando que tá “engajando”.
O motor ruge. O potencial tá lá.
Mas segue mandando:
- “3 dicas para melhorar sua produtividade”
- “Você sabia que o cérebro humano…”
Seus leads não estão pedindo carinho e calma.
Eles querem movimento. Posicionamento. História viva.
Querem e-mails que provoquem. Que desafiem. Que gerem desejo.
E isso, meu caro, não se aprende em tutorial de automação.
3. Nutrição cria zona de conforto. E zona de conforto não vende
Essa ilusão de que “primeiro a gente educa, depois vende” é o que mantém 90% dos e-commerces e infoprodutores pobres em lealdade e ricos em desculpas.
O lead já entendeu sua proposta.
Ele só precisa sentir que faz parte de algo maior.
E isso acontece quando:
- Seus e-mails têm identidade.
- Suas palavras têm pulso.
- Sua narrativa vira parte da rotina mental do cliente.
É assim que se constrói cultura invisível na caixa de entrada.
Eu não vendo e-mails. Eu crio presença.
Presença que sussurra todos os dias até virar referência silenciosa.
Presença que não quebra com algoritmo, crise ou concorrente desesperado.
Se você ainda insiste em usar “nutrição de leads” nos seus processos… tudo bem.
Mas saiba: tem uma outra liga de copywriters jogando um jogo mais alto.
E faturando como tal.
Se quiser ver isso na prática, você já sabe com quem falar.
(Cuidado: posso te mandar um e-mail de 9 palavras que vale mais do que seus 3 e-books somados.)
P.S. Um aviso sincero:
Se você acredita MESMO que precisa “aquecer” uma lista com conteúdo didático e sequências mornas antes de fazer uma oferta…
… talvez seja você que está frio demais pra vender.
Ui, essa doeu né?
Cris

